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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Nesses três anos da análise, empresas privadas doaram 35 milhões para o Instituto, 18 milhões oriundos de empreiteiras investigadas na Lava Jato. 

 A Lava Jato também está de olho no instituto. Há a suspeita de que a entidade sirva para lavar dinheiro de propina, o que os companheiros negam, é claro.
  • Alguém poderia dizer: “Ora, o que o Fisco tem com isso? Se as empresas quiseram doar ao instituto. 
  • Só se for um ignorante para pensar assim, ninguém sai por ai doando dinheiro para ninguém, principalmente  se o seu dinheiro  foi conquistado com trabalho honesto.
  • Só sendo desonesto e tendo o #Rabo preso para aceitar se envolver em crimes, do contrario seria uma ofensa e desrespeito alguém te sugerir se envolver em coisas ilícitas, arriscando todo o trabalho da sua Vida.
  • Isso é claro e óbvio.
  • Ocorre que, dada a natureza da entidade, não se pagam impostos. 
  • Logo, parte daqueles recursos tem natureza pública. 
  • Se a Receita diz que não há comprovação do serviço, parte, então, da grana pública foi parar nas mãos de familiares de Lula.
  • Segundo reportagem da Folha, “Os auditores pediram, por exemplo, explicações ao presidente do instituto, Paulo Okamotto, do motivo que teria levado grandes construtoras a doarem ao menos 18 milhões.
  • O Fisco encontrou irregularidades na prestação de contas e suspendeu a imunidade tributária da entidade entre 2011 e 2014, numa delas o filho de Lula recebeu por serviço que o órgão público diz que não foi prestado.
  •  Além disso, contestaram doações de duas entidades sem fins lucrativos que, juntas, destinaram  1,5 milhão ao instituto entre 2013 e 2014”.
  • Pagamento que o Instituto fez de 1,3 milhão à empresa G4. De quem é a G4? De Fábio Luís da Silva, o dito “Lulinha”, e Fernando Bittar, apontado como sócio do polêmico sítio de Atibaia. 
  • Os auditores dizem que não houve a prestação de serviço e que se tratou apenas de uma operação para mascarar a transferência de recursos para o ex-presidente ou para familiares. 
  • Eis o desvio de finalidade.


  • Observação
  • Instituto Lula não é escola para população.
  • Não é área de lazer para população.
  • Não é hospital público para população.
  • São locais que foram criados com dinheiro público, mas não tem nenhum retorno para a população.

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