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sábado, 22 de abril de 2017

Imediatamente após as delações de Léo Pinheiro, os petistas saíram em peso para dizer que o empreiteiro estava mentindo. Pinheiro havia contado que Lula era o dono do triplex, que requisitou a reforma e que ainda solicitou a destruição de provas. 

Se as acusações eram fortes, chamá-lo de mentiroso também seria considerado um ato hostil por parte do empreiteiro
Com cartas na manga, o empresário possui informações que incluem agenda de encontros pessoais entre os dois no primeiro ano de investigação da Lava-Jato, além de centenas de telefonemas e contatos relacionados às tratativas em torno do tríplex do Guarujá, o qual, segundo o empresário, estava reservado à família Lula desde que a OAS assumiu as obras do Edifício Solaris, em 2009.
Léo Pinheiro vai utilizar um conjunto de documentos para mostrar que explanou a verdade.
As informações incluem também viagens feitas pelo empreiteiro ao Guarujá para encontros com Lula e dona Marisa, que devem ser corroboradas com os roteiros de viagens ao litoral paulista feitos por veículos registrados em nome do Instituto Lula. Os contatos por e-mail feitos para reformas no apartamento – personalizado para o casal – e a compra de móveis e eletrodomésticos, o que já havia sido relevado anteriormente pelos investigadores.
*******\\\\\******  NOT\ATUALIZADA
Léo Pinheiro entrega documentos que comprovariam obras em sítio de Atibaia e triplex no Guarujá Ex-executivo da OAS também é réu em ação que apura se o ex-presidente Lula recebeu ou não propina da construtora.
  • Os Advogados do ex-presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, apresentaram ao juiz Sérgio Moro, nesta segunda-feira (15), uma série de documentos que, supostamente, comprovariam a execução de obras no apartamento triplex 164-a do edifício Solaris, no Guarujá, litoral paulista, e em um sítio em Atibaia, no interior de São Paulo.
  • As duas obras fazem parte de um processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de receber propina da empreiteira.
  • Além desses documentos, a defesa de Léo Pinheiro anexou cópias de uma agenda eletrônica de celular onde, segundo os advogados, há registros de supostos encontros de Léo Pinheiro com o ex-presidente Lula, com o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto e com o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Há, ainda, cópias de mensagens de texto e emails.
  • O documento onde, conforme os advogados, constam as reformas no sítio e no apartamento é uma análise de custos de obras conduzidas pela OAS. A cópia do documento data de outubro de 2014. Léo Pinheiro foi preso pela primeira vez um mês depois da realização desse levantamento pela empresa.
  • O balanço não aponta valores que foram pagos em cada obra. No entanto, chama a atenção o fato de que a reforma do sítio, na versão dos advogados de Léo Pinheiro, consta como custo da construção de um condomínio no bairro Moóca, em São Paulo.

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