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sábado, 20 de maio de 2017

Foram ao menos dez aquisições relevantes a partir de 2007. Isso levou a JBS ao posto de maior empresa privada do Brasil, hoje ela ocupa o 3º lugar, atrás de Itaú Unibanco e Bradesco, e é a 519ª maior companhia do mundo no ranking da revista americana Forbes. 

Dono da JBS diz ter transferido US$ 150 milhões no exterior para campanhas de Lula e Dilma.
O dono da JBS, Joesley Batista, disse que transferiu para contas no exterior US$ 70 milhões destinados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais US$ 80 milhões em conta, também no exterior, em benefício da ex-presidente Dilma Rousseff
  • O banco federal fez então sua primeira injeção de capital, com a compra de uma participação no grupo, hoje essa fatia está em 23%. 
  • A operação vem sendo questionada pelo Tribunal de Contas da União, que estima que o BNDES tenha acumulado prejuízo de R$ 711 milhões com a parceria de uma década.
  • O grupo JBS se beneficiou da política adotada pelo BNDES, no governo Luiz Inácio Lula da Silva, de escolher campeões nacionais e fomentar sua expansão internacional. Como a Operação Greenfield, da PF, chegou a Joesley Batista
  • PF tinha mandado de condução coercitiva de Joesley Batista na Operação Bullish. 
  • O investimento, porém, deu musculatura à JBS para sustentar o ritmo frenético de compras de concorrentes e partes deles. 
  • Foram ao menos dez aquisições relevantes a partir de 2007. Isso levou a JBS ao posto de maior empresa privada do Brasil, em 2014, hoje ela ocupa o 3º lugar, atrás de Itaú Unibanco e Bradesco, e é a 519ª maior companhia do mundo no ranking da revista americana Forbes. 
  • A partir da pequena empresa fundada por seu pai há 64 anos, os Batistas se tornaram os reis globais da carne. 
  • Com a acusação que fizeram ao presidente Temer, porém, ocupam a atenção mundial por outro motivo.Joesley, Wesley e o pai, José Batista Sobrinho, conhecido como Zé Mineiro, dividem o comando do grupo JBS, um colosso com 237 mil funcionários e, em 2016, receita de R$ 170,4 bilhões e lucro de R$ 376 milhões. 
  • O trio detém o maior bloco de ações, 42%. Joesley preside o Conselho de Administração. 
  • Na expansão dos últimos anos, tornou-se a face mais conhecida do grupo e seu interlocutor com o governo. 
  • Profundo conhecedor de sua área, bom analista de cenários e números, sem nenhum verniz acadêmico, construiu a imagem de homem de negócios com pés no chão, muito pragmático, confiante na cultura familiar de trabalho duro e expansão contínua. Wesley é diretor presidente e conselheiro da empresa. Foi o responsável pela implementação das operações nos Estados Unidos, após a compra da Swift, em 2007, e voltou ao Brasil em 2011.
  • Petistas pedem a renúncia de Temer, mesmo acossados pela Lava Jato
  • Os irmãos Joesley e Wesley Batista entraram, num intervalo de poucos anos, para a história global do capitalismo e também para a história da política brasileira. 
  • Eles ganharam destaque no cenário econômico mundial em 2007, quando a empresa que comandam, a JBS (cujo embrião nasceu em Anápolis, Goiás, em 1953), tornou-se a maior produtora de carne do mundo, após comprar a americana Swift. 
  • Agora, dez anos depois, os irmãos bilionários abalam a República ao afirmar deter gravações do presidente Michel Temer dando aval para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, a respeito de pagamento de propina ou caixa dois.

3 comentários:

  1. eu quero estes vagabundos de volta ao país e devolvendo tudo que nos roubarão e depois cadeia neles.

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  2. LARANJAS DO LULA GENTE , PELO AMOR DE DEUS...

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