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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sou empresário, mas quero ser político só para ser EMPREGADO Público e ASSALARIADO.

A disputa para a prefeitura paulistana neste ano.
O midiático Celso Russomanno, que comanda um programa de defesa do consumidor na TV e lidera as pesquisas, pode ser cassado pelo STF por crime de peculato. Já a "ética" Marta Suplicy não sabe se contará com a ajuda de Eduardo Cunha, seu padrinho no PMDB, que pode ser preso nos próximos dias. O prefeito Fernando Haddad, que fez uma gestão inovadora na cidade, precisará gastar muita sola de sapato para conquistar votos na periferia. Mas o cenário mais risível até agora ocorre no ninho tucano, onde as bicadas são cada dia mais sangrentas. Uma notinha na Época revela que o PSDB terá fortes emoções em 2016:  
"Em uma convenção esvaziada, o PSDB lançou neste domingo o empresário João Doria candidato à Prefeitura de São Paulo sem os principais caciques do partido. A exceção foi o governador Geraldo Alckmin, principal fiador da candidatura de Doria... Alckmin se empenha na campanha municipal como demonstração de força e montagem de coligações para a eleição presidencial. O governador foi recebido com gritos de 'presidente'. Ele não mencionou as ausências do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do chanceler José Serra, do senador José Aníbal e do ex-governador Alberto Goldman, que apoiaram o vereador Andrea Matarazzo nas prévias do PSDB", relata Thais Bilenky.

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