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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Anitta condena ação da PM em baile funk. “Podia ter sido eu”. Da educação de verdade, Ressaltou.


“Uma das coisas que eu mais fazia, quando estava começando a cantar, era cantar em baile de favela, festa de favela. Poderia ter sido um de nós”, ressaltou a cantora.
A funkeira ainda criticou a ação da PM. “O fato de ser uma festa com presença de drogas ilícitas e com presença de criminosos não justifica você sair entrando e atirando”, refletiu Anitta.



“Se a letra é o que é, se as pessoas não têm condição de curtir entretenimento em outros lugares, de outra maneira, é porque eles não têm acesso a outras coisas, gente”, afirmou Anitta que também apontou: “Se o funk incomoda tanto, se o baile funk incomoda tanto, vai na raiz do problema, ué. Que não é matar as pessoas, sair limpando e jogando pra debaixo do tapete. É dar educação de verdade, qualidade de vida para as pessoas”, ressaltou.

Veja o pronunciamento:


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Valor devolvido pela Lava Jato já ultrapassa os R$ 4 bilhões


Retorno deste montante ocorreu por meio de acordos de colaboração, leniências, TAC e renúncias voluntárias.

Ao  longo de mais de cinco anos da operação Lava Jato em Curitiba, chega a R$ 4,069 bilhões o total de valores recuperados por meio de acordos de colaboração premiada, acordos de leniência, termo de ajustamento de conduta (TAC) e renúncias voluntárias de réus ou condenados, já efetivamente restituídos. Este montante foi atingido no mês de outubro, com o início da aplicação de R$ 220 milhões pela Ecorodovias para subsidiar a redução de 30% na tarifa das praças de pedágio da empresa.
Desde outubro, os usuários das rodovias federais que cruzam as seis praças de pedágio da empresa no Paraná já estão pagando mais barato, conforme previsto no termo de leniência já homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (5CCR) do Ministério Público Federal (MPF). Além do retorno por meio da redução das tarifas e comprometimento de realização de obras nas estradas, outros recursos alcançados pela operação foram restituídos aos cofres da Petrobras, da União, e também foram transferidos para a 11ª Vara da Seção Judiciária de Goiás.
Os mais de R$ 4 bilhões devolvidos estão divididos em R$ 570 milhões para subsidiar a redução dos pedágios no Paraná administrados por duas concessionárias, sendo R$ 220 milhões pela Ecorodovias e R$ 350 milhões pela Rodonorte; R$ 3.023.990.764,92 referentes a valores já destinados à Petrobras em razão do esquema criminoso descoberto na operação; R$ 416.523.412,77 destinados aos cofres da União; e R$ 59 milhões transferidos para a 11ª Vara da Seção Judiciária de Goiás.
Somente em 2019, foram efetivamente devolvidos R$ 1.691.320.959,83 do valor total. Além de garantir o retorno dos valores aos cofres públicos, tanto os acordos de colaboração quanto os acordos de leniência são ferramentas extremamente relevantes na investigação de crimes como organização criminosa, em que é comum a destruição de provas e ameaças a testemunhas; lavagem de dinheiro, quando o objetivo é justamente ocultar crimes; e corrupção, feito às escuras e com pacto de silêncio.
Tanto os acordos de leniência como os de colaboração premiada firmados ao longo dos últimos anos pela força-tarefa Lava Jato do MPF no Paraná foram essenciais para a expansão das investigações e o desvelamento do maior esquema de corrupção já investigado no Brasil e um dos maiores do globo. Possibilitaram ainda o ressarcimento de prejuízos causados aos cofres públicos em cifras recordes, que se encontram dentre as maiores em acordos da espécie no mundo.
“O resultado alcançado pela Lava Jato é fruto do esforço de diversas instituições e de muitos agentes públicos em cada uma delas. A operação, apesar de todas as dificuldades enfrentadas ao longo do caminho, se desenvolveu e prossegue com força. Independentemente de ataques e possíveis manobras para arrefecer as investigações, ainda temos muito a avançar. Com o apoio da sociedade, seguiremos em frente”, afirma o coordenador da força-tarefa Deltan Dallagnol.
Recuperação - Até o momento, tomando em conta apenas a força-tarefa em Curitiba, o total de valores previstos em acordos de leniência, colaboração, TAC e renúncias voluntárias chega a R$ 14,3 bilhões, dentre os quais, mais de R$ 4 bilhões já foram restituídos. As leniências com as empresas respondem pela maior parte deste valor - R$ 12,4 bilhões previstos; sendo outros R$ 2,1 bilhões previstos em multas compensatórias decorrentes de colaboração; R$ 111,5 milhões de denúncias voluntárias; e R$ 4 milhões de um TAC.
O valor restituído segue em uma crescente desde 2015. Naquele ano, foram R$ 157 milhões. Em 2016, R$ 289 milhões. No ano de 2017, o valor saltou para R$ 868 milhões e, em 2018, alcançou R$ 1,062 bilhão.
Até outubro de 2019 a Lava Jato atingiu R$ 2,3 bilhões em acordos celebrados. O montante refere-se somente a quatro leniências - Rodonorte (R$ 750 milhões), Techninp (R$ 1,13 bilhão, sendo R$ 819,7 milhões destinados ao Brasil), Ecorodovias (R$ 400 milhões) e Purunã (R$ 20 milhões).
Para firmar cada acordo de colaboração ou leniência, são consideradas diversas variáveis, como informações novas sobre crimes e quem são os seus autores, provas que serão disponibilizadas, importância dos fatos e das provas apresentadas no contexto da investigação, recuperação do proveito econômico com os crimes, perspectiva de resultado positivo dos processos e das punições sem a colaboração, entre outras. É também realizada uma criteriosa análise de custos e benefícios sociais que decorrerão do acordo de colaboração ou leniência sempre por um conjunto de procuradores da República, ponderando-se diferentes pontos de vista.
Números - Em mais de cinco anos de operação foram deflagradas, somente pela força-tarefa no Paraná, 68 fases, com o cumprimento de 1.302 mandados de busca e apreensão, 227 mandados de condução coercitiva, 327 mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal (temporárias e preventivas) contra 280 pessoas (alguns envolvidos seguem foragidos).
Ao longo do período também foram oferecidas 112 acusações criminais contra 484 pessoas. Em 50 processos já houve sentença, totalizando 244 condenações contra 159 pessoas. Até o momento a soma das penas chega a 2.249 anos, 4 meses e 24 dias. Dentro da operação também foram impetradas 10 ações de improbidade administrativa contra 63 pessoas físicas, 18 empresas e 3 partidos políticos (PP, MDB e PSB), pedindo o pagamento de R$ 18,3 bilhões.
“Estes resultados só demonstram que o compromisso do MPF é o de investigar e punir os responsáveis e recuperar o dinheiro desviado. Ao longo de todo o tempo da operação, muitas provas foram obtidas em acordos de colaboração, mandados de busca e apreensão e nas centenas de pedidos de cooperação internacional. Todo esse material reunido, e agora analisado pela força-tarefa, cria a perspectiva de que o trabalho possa avançar ainda mais”, ressalta o procurador Júlio Noronha, integrante da força-tarefa Lava Jato no Paraná

domingo, 24 de novembro de 2019

DEDO DE LULA NO ÓLEO DA VENEZUELA


Navio grego suspeito de ter derramado petróleo que emporcalha praias nordestinas pertence a empresa envolvida em negociações escusas com Petrobrás sob patrocínio de sócio do filho do ex-presidente.


Impressiona como os efeitos da roubalheira desenfreada nos cofres públicos do Brasil em geral, e nos da Petrobrás em particular, ainda estão aparecendo com consequências malignas para os pobres e indefesos cidadãos brasileiros. Acaba de ser revelado que o navio grego Bouboulina, principal suspeito pelo derramamento de petróleo venezuelano que emporcalha a costa brasileira do Ceará até o sul da Bahia, pertence à empresa Delta Tankers, contratada pela estatal brasileira em troca de propinas numa operação que envolveu Paulo Roberto Costa, que o ex-presidente c chamava de Paulinho, o ex-senador Ney Suassuna e seu primo Jonas, sócio de Lulinha e que se apresenta como dono do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, que a Lava Jato tem razões para afirmar que se trata de propriedade e uso exclusivo do petista”, escreveu o colunista José Nêumanne no ESTADÂO.
O Antagonista publicou que “o vazamento de óleo que atingiu a costa brasileira teria ocorrido quase duas semanas após a Lava Jato denunciar o ex-senador Ney Suassuna e o ex-cônsul grego Konstantinos Krotonakis, por esquema de propina no afretamento de navios gregos pela Petrobras.
A PF já atestou que o petroleiro Bouboulina carregava óleo de origem venezuelana.
Na denúncia apresentada em julho, o MPF no Paraná ressalta que a aproximação de armadores gregos com a PDVSA foi feita por meio de Jonas Suassuna, que é primo de Ney Suassuna, além de sócio de Lulinha e laranja do ex-presidente no sítio de Atibaia.
“Sobre a proximidade de Ney Suassuna com armadores gregos, é de se observar, por exemplo, que, no ano de 2008, o ex-senador foi abordado, por intermédio de seu primo Jonas Suassuna, por pessoa de nome Juan Carlos Chourio, ligada à Petróleos de Venezuela (PDVSA), interessada em promover afretamentos dos navios da TSAKOS ENERGY NAVIGATION pela estatal venezuela.”
O engenheiro Juan Carlos é acusado, num processo em Miami, de cobrar propina em contratos de uma subsidiária da PDVSA. Ele é sobrinho do general Jesús Suárez Chourio, ligadíssimo a Hugo Chávez e que, até 8 de julho, era o comandante-geral das Forças Armadas venezuelanas.”

Cármen Lúcia manda TRF-4 soltar quem foi presos condenados em segunda instância


Cármen Lúcia manda TRF-4 soltar quem foi preso por ter sido condenado em segunda instância.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4) que solte todas as pessoas cujas prisões foram decretadas somente em razão de condenação em segunda instância.

De acordo com a decisão da ministra, o TRF-4 deve analisar "imediatamente" todas as prisões ordenadas somente pelo fato de as condenações terem sido confirmadas.

Ainda segundo a decisão, só poderá ser mantido preso quem tiver outra ordem de prisão preventiva por representar riscos.

Com sede em Porto Alegre (RS), o TRF-4 é o tribunal de segunda instância responsável por julgar os recursos da Operação Lava Jato. A decisão de Cármen Lúcia foi tomada nesta quinta-feira (21) e enviada nesta sexta (22) ao tribunal. Procurado, o TRF-4 informou ainda que ainda não foi comunicado oficialmente da decisão.

Cármen Lúcia é relatora de um habeas corpus que questiona a súmula 122 do TRF-4, segundo a qual as prisões passaram a ser automáticas após condenação em segunda instância.

No último dia 7, o STF derrubou a possibilidade de prisão após segunda instância. Por 6 votos a 5, os ministros entenderam que a prisão de uma pessoa condenada só pode ser decretada após o trânsito em julgado, isto é, quando se esgotarem todas as possibilidades de recursos a todas as instâncias da Justiça.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Filho de Gugu Liberato teve que decidir se iria desligar os aparelhos do pai


Aos 60 anos, morreu Gugu Liberato. Ele sofreu um acidente em sua residência e, ao cair de uma altura de quatro metros, bateu a cabeça na quina de um móvel. Isto ocorreu na quarta-feira (20) e só ontem a notícia chegou aos brasileiros.

Na noite desta sexta-feira (22), a morte de Gugu foi confirmada e o filho dele de 18 anos, João Augusto Liberato, foi quem precisou tomar uma difícil decisão sobre quando desligar os aparelhos que estavam mantendo o pai vivo.

O apresentador da Record TV sofreu um traumatismo craniano devido ao acidente, e foi logo levado para o hospital, mas os médicos viram que não havia muito o que pudesse ser feito. A mãe de Gugu, de 90 anos, embarcou ontem para os Estados Unidos, para se despedir do filho.

Gugu ficou internado na UTI do hospital Orlando Health, e os médicos hoje constataram que o quadro seria irreversível devido ao traumatismo craniano. Um neurocirurgião brasileiro viajou também para Orlando e auxiliou a família.

O Dr. Guilherme Lepski, lamentavelmente, disse à família que não havia nada a ser feito. Como o filho de Gugu é maior de idade, teve que decidir pelo desligamento dos aparelhos, já que o apresentador não era casado no papel.
João Augusto, representante legal, teve que decidir sobre desligar os aparelhos, de acordo com a revista Quem. Gugu também deixou as gêmeas Sofia e Mariana, hoje com 15 anos.
No Twitter, o nome do apresentador está no topo dos assuntos mais comentados e milhões de fãs prestam as últimas homenagens. Não foi informado ainda quando será o velório.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

"Lula faz as malas, rumo a posse de Fernández na Argentina".


Lula deve ser convidado para posse de Fernández na Argentina.


Informação é de pessoas próximas ao presidente eleito na Argentina; Dirigentes do PT confirmam a possibilidade


Além de Lula, Alberto Fernández também deve convidar Evo Morales para sua posse na Argentina.


Evo Morales, ex-presidente da Bolívia deposto, deverá ser convidado pelo presidente eleito, Alberto Fernández, para sua posse, na Argentina, de acordo com a Crusoé. A posse ocorrerá no dia 10 de dezembro.

O ex-presidente Lula também foi convidado e já confirmou presença. Fernández pensa ainda em convidar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, mas ainda não decidiu.

Janaína Paschoal protocola no Senado pedido de impeachment de Toffoli.


A deputada estadual Janaina Paschoal e membros do Ministério Público protocolaram no Senado Federal um aditamento ao pedido de impeachment do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.

No documento, obtido pela Jovem Pan, eles afirmam que houve crime “a partir do momento que determinou o envio de dados sigilosos de 600 mil pessoas físicas e jurídicas”, se referindo ao pedido do ministro para envio de dados do antigo Coaf, atualmente chamado de Unidade de Inteligência Financeira (UIF) ao STF.