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domingo, 17 de novembro de 2019

Dilma dormindo na 1° Classe, com Dinheiro do povo para falar Mal do Brasil mundo afora!?


O que Dilma está fazendo com nosso dinheiro, voando em primeira classe para contar mentiras e denegrir a imagem do Brasil?

Está circulando pelo Twitter uma foto de Dilma Rousseff dormindo em um avião na primeira classe, numa cama toda sofisticada.
Dilma não trabalha, então O POVO  É quem paga as viagens de luxo da estocadora de ventos.
General Heleno já tinha alertado sobre o fato de Dilma estar denegrindo a imagem de Bolsonaro lá fora:
Em sua rede social o general escreveu:
Somente em 2018, a ex-presidente Dilma Rousseff gastou R$ 632 mil do dinheiro público com viagens para seus assessores. Este valor não inclui o salário dos assessores. A quantia é maior do que as despesas dos ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva juntas.
Além disso, Dilma usou R$ 45,4 mil para a manutenção e abastecimento dos veículos oficiais utilizados durante sua campanha ao Senado.
A ex-presidente também esbanjou dinheiro público mesmo em ano sem eleições. Em 2017, ela apresentou uma fatura de R$ 520 mil ao Palácio do Planalto, referente aos gastos somente com servidores.

A legislação prevê que os cinco últimos presidentes sejam beneficiados com verbas públicas, mesmo após o fim do mandato. Cada ex-chefe de Estado tem direito a oito assessores e dois carros oficiais. Os privilégios custam R$ 5,5 milhões ao ano para os cofres públicos.

sábado, 16 de novembro de 2019

Lula emocionado por ser recebido aos gritos, o ladrãoo chegoou


Imperdível: Lula é recebido em sua terra natal aos gritos de “o ladrão chegou”. Alias esta sendo assim Brasil afora, por onde ele passa é essa recepção.


Se fosse contar a quantidade de ovos também que ele ja recebeu, dava para fazer uma festa para todo o território do Nordeste.



Nada se compara ao carinho do povo da sua terra Natal, não é mesmo, Lula? Vejam a recepção do maior ladrão do país em Pernambuco. Imperdível!

Gilmar: “Se me chamar de corrupto, toma processo." Criticado por falar e se relacionar com suspeitos fora dos autos



Criticado por falar fora dos autos, relacionar-se com acusados e não se declarar suspeito em diversos julgamentos, Gilmar Mendes torna-se a principal voz no Supremo Tribunal Federal contra os abusos da Lava Jato. Em entrevista a PODER, aproveita para atacar mídia, Ministério Público com ou sem Rodrigo Janot e o PT
por paulo vieira e fábio dutra fotos cristiano mariz

Se dependesse de boa parte da sociedade brasileira que tem como santos maiores Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e outros próceres do que se convencionou chamar de combate à corrupção, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes seria não apenas impichado, como talvez fuzilado em praça pública. Rodrigo Janot, procurador-geral da República de 2013 a 2017, tempos gordos da Lava Jato, já teve ganas de fazer ele mesmo o serviço, e armou-se para tanto, como revelou recentemente, mas recuou porque, como registrou em seu livro Nada Menos que Tudo, “no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não”. Aos 63 anos e desde 2002 no Supremo, o juiz se tornou a voz mais estridente da corte a apontar os excessos da Lava Jato e de alas do Ministério Público. Já chamou o uso sistemático de prisões provisórias na Lava Jato como “instrumento de tortura” e disse que o Brasil “viveu uma era de trevas no que diz respeito ao processo penal”. Garantista, como se define, mas capaz de decidir pensando na circunstância, como quando no TSE não condenou, com seu voto de minerva, a chapa Dilma-Temer – “Não se substitui um presidente da República a toda hora”, afirmou –, ele costuma desagradar personagens de colorações políticas distintas por não ter pejo de emitir opiniões, dar seguidas entrevistas, não se declarar suspeito em julgamentos em que tem ligação com ao menos uma das partes, circular com implicados e ser sócio de empresas – uma das quais recebeu patrocínio da JBS. Associado ao PSDB por ter trabalhado na Advocacia-Geral da União no governo Fernando Henrique Cardoso e ser por ele indicado para o Supremo, ele já foi objeto de pedido de impeachment por deputados do PT que agora o têm na conta de “aliado”. Em 2014, disse ao jornal Folha de S.Paulo que temia que o tribunal se convertesse numa “corte bolivariana” na hipótese de que só restassem ali, além dele, juízes indicados por Lula e Dilma – a “PEC da Bengala”, que estendeu a aposentadoria compulsória dos juízes de tribunais superiores de 70 para 75 anos, aprovada no ano seguinte, eliminaria essa possibilidade. No primeiro semestre de 2019 era o recordista de pedidos de impeachment dentre os 11 ministros do STF . Com dois relógios de pulso, um Apple Watch para controlar sua rotina física e um Rolex, Mendes recebeu os repórteres da PODER em seu gabinete – que ele chama de “tenda dos milagres”, dado o número de pessoas que fazem verdadeira romaria para visitá-lo – no quinto andar de um dos anexos do STF, na Praça dos Três Poderes, em Brasília. Já passava das oito da noite da quarta-feira de outubro em que o Supremo começava a discutir a versão 2019 da recorrente questão da prisão em segunda instância versus trânsito em julgado. Desta vez, para dar um resposta às Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) de 2016. O dia havia começado quente. Naquela manhã ele e os colegas Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, atual presidente do STF, haviam sido recebidos por Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Visita de cortesia, segundo Mendes. A “língua ferina” do ministro, na expressão de Janot, estava presente na entrevista, mas não mais do que o usual. O ministro vem dando declarações que já não soam tão bombásticas porque talvez a audiência já tenha se acostumado a elas. A metralhadora segue apontada na direção dos promotores da Lava Jato (“gente ordinária, chinfrim, mequetrefe, se achavam soberanos”); de Moro (“personagem que o Bolsonaro leva para o jogo do Flamengo”); da República de Curitiba (“ditadura completa“), da mídia (“houve conúbio entre a Lava Jato e a mídia, a mídia os adotou”), e, claro, de Janot, mas para este nem é necessário engatilhar, já que as confissões etílico-literárias do ex-procurador são suficientemente bélicas (veja box Faroeste Caboclo). Aqui, os principais pontos da entrevista.

De seios de fora, cantora chilena protesta na entrada do Grammy Latino


De seios de fora, cantora chilena protesta na entrada do Grammy Latino.

LAS VEGAS - Os artistas ainda chegavam para a cerimônia de entrega do Grammy Latino, em Las Vegas, quando o primeiro protesto foi registrado. Em sua passagem pelo tapete vermelho, a cantora chilena Mon Laferte mostrou os seios com a mensagem "No Chile, torturam, estupram e matam", no tapete vermelho da festa do Grammy Latino, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Ela disputava o prêmio de Canção do Ano por "Amarrame", gravada em parceria com Juanes. (Anavitória, Gilberto Gil e BaianaSystem faturam categorias brasileiras do Grammy Latino)

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

"Cade o Generalsinho e o Artigo 142.!? Povo besta". Passamos anos sem Lava Jato, a gente sempre deitou e rolou".



APÓS AÇÃO DE TOFFOLI, INTERNAUTAS PEDEM EM PESO A PRISÃO DO MINISTRO.


muitos internautas se revoltaram com um gesto de Toffoli, que mandou o Banco Central entregar relatório com dados bancários de 600 mil pessoas e empresas. Rapidamente, após a informação ser noticiada, houve uma grande revolta nas redes sociais.
A hashtag #PrisaoDeToffoli, no momento que está matéria estava sendo escrita, ocupava o segundo lugar dos assuntos mais comentados do momento no Twitter.
Alguns jornalistas que acompanham de perto o cenário político, como o caso de José Neumane Pinto, comentaram a ato do ministro do Supremo.

Vou criar um partido pobre, sem dinheiro, 'Quem for para lá, vai por amor'.


'Quem for para lá, vai por amor', diz Bolsonaro sobre novo partido

Em transmissão em rede social, presidente disse que vai se desfiliar do PSL nos próximos dias.


O presidente Jair Bolsonaro disse que os parlamentares que o acompanharem na mudança de partido o farão por amor, já que a Aliança pelo Brasil não deve levar recursos do fundo partidário do PSL, sua atual legenda. 
"Não sei, vou começar um partido pobre, sem dinheiro, sem televisão, quem for para lá, vai por amor. É igual casamento, a gente casa por amor", disse ao chegar ao Palácio da Alvorada na noite desta quinta-feira (14). 
Pouco depois, em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o presidente disse que vai se desfiliar "com certeza" do PSL nos próximos dias.
 Na terça (12), Bolsonaro anunciou a parlamentares de sua sigla que faria sua desfiliação e formalizou a criação do Aliança pelo Brasil, para abrigar sua família e aliados mais fieis. 

"A única certeza é de que me desfilio do PSL nos próximos dias, agradeço todo o apoio e consideração que tive no partido. É uma separação amigável", disse.
Apesar da fala de apaziguamento, a crise do presidente com seu partido teve troca de ofensas, judicialização, grampos e guerra de listas para escolha do líder na Câmara. 
A dimensão pública sobre o descontentamento de Bolsonaro com o PSL se deu no início de outubro, quando ele disse a um apoiador que o atual presidente da legenda, o deputado federal Luciano Bivar (PE) estava "queimado para caramba". 
Na live, o presidente não mencionou o nome de Bivar. 
"Boa sorte ai ao presidente do partido, boa sorte aos que apoiaram o presidente do partido bem como o antigo líder [deputado Delegado Waldir (PSL-GO), que chamou Bolsonaro de vagabundo]. Vão ser feliz todo mundo, cada um segue o seu destino. Como separação, infelizmente acontece", afirmou. 
A bancada do PSL na Câmara conta com 53 congressistas, a segunda maior da Casa. No Senado tem 3 dos 81 senadores.
Por enquanto, apenas o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um dos filhos do presidente, formalizou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que deixará o partido.
Os deputados devem aguardar a criação da Aliança Pelo Brasil para sair do PSL, evitando a perda do mandato por infidelidade partidária. 
Hoje, a legislação permite determinadas situações de justa causa para desfiliação partidária —em que o deputado ou vereador pode mudar de partido sem perder o mandato.
Alguns exemplos: fusão ou incorporação do partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e, no último ano de mandato, sair para disputar eleição.
Sob a batuta do agora ex-ministro do TSE, Bolsonaro chegou a dar início a uma ofensiva jurídica pelo controle do PSL e de seu fundo partidário —que até o fim de 2019 pode chegar a R$ 110 milhões. 
No dia 30 de outubro, ele acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República) pedindo o bloqueio dos recursos e que o presidente da sigla, deputado Luciano Bivar (PE), seja afastado do cargo.

'Vocês vão sentir já, já o bafo do reaquecimento da economia' diz Guedes


'Vocês vão sentir já, já o bafo do reaquecimento da economia' diz Guedes

SÃO PAULO - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os sinais de retomada da economia vão ficar cada vez mais claros com o efeito das medidas econômicas que já foram tomadas, como ações para redução do preço do gás, a economia causada pela Reforma da Previdência e os investimentos do plano de privatizações.

BC corta os juros: da casa própria aos investimentos, como a menor taxa da História muda a economia brasileira— Tem muita coisa andando e vocês vão sentir já já o bafo do reaquecimento da economia — disse Guedes durante participação em evento do jornal O Estado de São Paulo.Segundo o ministro, apesar da retomada, não é possível esperar altas taxas de crescimento, defendendo primeiro a consolidação das contas públicas.— É ingênuo prometer que vamos crescer 4% ou 5% — alertou, mas afirmando que no ano que vem a economia crescerá mais do que o dobro do que está crescendo em 2019.
Melhora na percepção de risco:empresas aproveitam para reduzir dívidas e investirO levantamento Focus do Banco Central (BC) mostra que os economistas esperam um avanço de 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, pouco acima dos 0,88% da previsão da semana anterior. Para o ano que vem, a projeção é de uma expansão de 2% e que será um crescimento sustentável.Para Guedes, o principal desafio é fazer o controle dos gastos públicos e dessa forma abrir caminho para o crescimento.— Foram décadas de irresponsabilidade fiscal mesmo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os estados e municípios estão quebrados e a União estava indo na mesma direção — disse.

A inflação entram em cenaEntre as medidas para fazer a consolidação fiscal, o ministro afirmou que será criado nos próximos dias o Conselho Fiscal da República, que contará com integrantes dos três poderes.— Tudo isso será feito no devido temo. Acho que o devido tempo será em uma semana — disse.Mais uma vez, voltou a criticar o que chama de “dirigismo”, que é a concentração das decisões de investimento nas mãos do governo e as vinculações do orçamento.