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sábado, 26 de outubro de 2019

Chile do Lado Esquerdo, Guerra Mundial Z a Direita. ENEL e Bando incendiados.



O prédio da empresa de energia elétrica ENEL e uma filial do Banco Chile, ambos no centro, são incendiados, assim como várias estações de metrô, enquanto confrontos entre manifestantes e policiais aconteciam em diferentes partes da cidade.

À noite, o presidente Sebastián Piñera decreta estado de emergência em Santiago e estipula toque de recolher.

Sábado, 19 de outubro - Milhares de pessoas protestam contra injustiças sociais em Santiago e entram em confronto com militares. Os manifestantes lutam contra o aumento nos preços de combustíveis, remédios, alimentos, e também da água, que é completamente privatizada. Sem sistema de previdência pública, o Chile teve número recorde de suicídios entre idosos, por conta de não conseguirem custear remédios, alimentação, e moradia.

Pela primeira vez desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), milhares de soldados são enviados para as ruas, e o toque de recolher se dá de forma extremamente violenta.

Domingo, dia 20 de outubro - Os tumultos continuam, com novos confrontos no centro de Santiago. Pelo menos 78 estações de metrô sofrem depredações. Algumas delas foram completamente destruídas.

O estado de emergência se estende a nove das 16 regiões do país, e um toque de recolher é anunciado para a noite.

O presidente Piñera dá uma declaração: “Estamos em guerra contra um inimigo poderoso (povo) e implacável, que não respeita nada, nem ninguém, e está disposto a usar a violência e o crime sem qualquer limite".

Segunda, dia 21 de outubro - Quase todas as escolas e universidades da capital suspendem as aulas. O transporte público segue mas ainda bastante alterado. Longas filas se formam em postos de gasolina e supermercados. Piñera convoca uma reunião para o dia seguinte com os partidos políticos, para tentar alcançar um "pacto social".

Terça-feira, dia 22 de outubro - Apesar do pedido de "perdão" do presidente e do anúncio de um pacote de medidas sociais – aumento das pensões mais baixas, congelamento das tarifas de eletricidade –, a insatisfação social não diminui. Os principais sindicatos e movimentos sociais do país convocam uma greve geral.

Quarta-feira, dia 23 - Primeiro dia de greve, as manifestações continuam em várias cidades do Chile. Milhares de pessoas ocupam as ruas de Santiago, exigindo o fim das medidas de exceção e que "os militares voltem para o quartel". A multidão também exige respostas para a pior crise social do país em 30 anos.

O movimento é acompanhado pelos poderosos sindicatos das minas de cobre – o Chile é o principal produtor mundial desta commodity –, do pessoal da saúde e do setor portuário.

O governo apela à reserva militar e solicita mais 20.000 homens para “manter a ordem” nas ruas.

Fim do toque de recolher

Quinta-feira, dia 24 de outubro - As greves e manifestações continuam. Piñera anuncia um plano para encerrar o toque de recolher e pôr fim ao estado de emergência.

Desde o início do movimento, 19 pessoas morreram, incluindo uma criança de 4 anos, e 584 ficaram feridas, como resultado dos distúrbios que também levaram a centenas de detenções, de acordo com relatório do Instituto Nacional de Direitos Humanos.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Óleo que vazou foi extraído de três campos na Venezuela, diz Petrobras


Óleo que vazou foi extraído de três campos na Venezuela, diz Petrobras

O diretor de Assuntos Corporativos da Petrobras, Eberaldo Neto, disse hoje que a análise de 30 amostras do petróleo recolhido de praias do Nordeste permitiu concluir que ele foi extraído de três campos de produção na Venezuela. Em uma entrevista coletiva concedida à imprensa para analisar os resultados do balanço do terceiro trimestre de 2019, Neto esclareceu que a companhia agiu assim que foi acionada pela União, no início de setembro, e recolheu 340 toneladas de resíduos das praias.
"A gente fez análise em mais de 30 amostras e concluiu que é de três campos venezuelanos", disse Neto. "A origem do vazamento é outra coisa. A gente entende que é na costa brasileira".

O vazamento teria ocorrido no Oceano Atlântico, em uma região no caminho de uma corrente marinha que vem da África e se bifurca, seguindo para a costa setentrional do Nordeste, de um lado, e para a Bahia e o Sudeste, do outro, passando pelos locais onde o óleo tem sido recolhido.

"A gente sabe que foi em um ponto desse de bifurcação que foi a origem do vazamento. Provavelmente, um navio passando ali. As autoridades estão investigando".

Neto destacou que o fato de o petróleo afundar e seguir para o litoral em uma camada abaixo da superfície do mar dificulta a visualização dele com sobrevoos e satélites e também a contenção dele com barreiras.

"A gente tem um centro de defesa ambiental preparado para isso, mas preparado para um óleo da Petrobras, que vaza de instalação da Petrobras, e a gente localiza a fonte e ataca com os instrumentos mais adequados", disse o diretor, que explicou que o fato de o óleo submergir quase que inviabiliza a contenção dele antes de chegar ao litoral. "Fica praticamente impossível pegar a montante esse óleo e segurar com barreiras e outros instrumentos que a gente tem. O mecanismo de captura tem sido quando a maré e a corrente jogam para a praia. Infelizmente, tem sido esse o jeito, porque, com os mecanismos que a gente detém, é agulha no palheiro para a gente pegar pelas características do óleo".

O diretor da estatal afirmou que a Petrobras vai distribuir equipamentos de proteção individual em comunidades do Nordeste para que voluntários possam utilizar os equipamentos para se proteger de possíveis intoxicações no contato com a substância.

Neto disse que o foco da Petrobras é continuar o trabalho e qualquer discussão sobre o valor que será ressarcido à companhia pelos recursos gastos será feita posteriormente.

Marcos Valério acusa Lula de ser mandante da morte de Celso Daniel, diz revista




Em depoimento dado ao Ministério Público de São Paulo, o empresário Marcos Valério afirma que o ex-presidente Lula foi um dos mandantes do assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, ocorrido no ano de 2002. O documento foi divulgado na manhã desta sexta-feira (25) pela revista Veja.
Em depoimento dado ao Ministério Público, Valério contou que participou de reunião com o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, em 2003. Nela, ele afirmou que o empresário Ronan Maria Pinto estava chantageando a alta cúpula do Planalto com revelações sobre o assassinato de Celso Daniel. Ele teria pedido que o silêncio de Ronan fosse comprado.
A motivação do crime, segundo Valério, era o fato de que Celso Daniel se comprometeu a pagar pela caravana de Lula durante campanha no Brasil, mas não quis envolver a prefeitura de Santo André.

Alto comando reunido em Brasilia se surpreende com voto de Rosa Weber

Alto comando do Exército se surpreende com voto da ministra Rosa Weber

O voto de rosa Weber caiu mal no Alto  Comando do Exército, reunido nesta semana em Brasilia. Generais se Surpreenderam com a ministra na sessão do Supremo que analisa a prisão em segunda instância. Ela sempre teve bom trânsito entre os militarese
e, por isso eles demonstraram decepção.
                           NOT/ESTADÃO

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Ministro Sales diz que Greenpeace tera que se explicar porque o navio estava perto de onde o Óleo foi derramado.

No Twitter, ministro disse que navio da entidade estava navegando em frente ao litoral 'bem na época do derramamento de óleo'.

Salles afirma que Greenpeace 'tem que se explicar' por ter navio perto do litoral quando manchas de óleo surgiram; ONG diz que ministro ataca com 'mentira'

Em rede social, Salles sugeriu que navio da entidade pode ter relação com o derramamento de material poluente que afeta o Nordeste desde o fim de agosto; mais tarde, em entrevista coletiva em SE, ele cobrou explicação. Ministro foi cobrado por Rodrigo Maia por 'ilação desnecessária'.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sugeriu nesta quinta-feira (24), em uma rede social, que um navio da ONG Greenpeace pode ter relação com o derramamento de óleo que afeta o litoral do Nordeste desde o final de agosto. Mais tarde, durante entrevista coletiva em Sergipe, ele disse que cabe à entidade se explicar.

"Tem umas coincidências na vida né... Parece que o navio do #greenpixe estava justamente navegando em águas internacionais, em frente ao litoral brasileiro bem na época do derramamento de óleo venezuelano...", escreveu Salles no Twitter, referindo-se ao Greenpeace como "greenpixe".

'Queiroz cuida da vida dele, eu cuido da minha', diz Bolsonaro na China


Presidente comentou áudio de ex-assessor de Flavio Bolsonaro divulgado pelo jornal O Globo nesta quinta-feira.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (24/10) em Pequim, após jantar com empresários brasileiros, que não ouviu o áudio que mostra o ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro discutindo cargos no Congresso em junho deste ano.

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (24/10) em Pequim, após jantar com empresários brasileiros, que não ouviu o áudio que mostra o ex-assessor parlamentar do senador Flávio Bolsonaro discutindo cargos no Congresso em junho deste ano.

"Eu não sei dessa informação. Por favor, por favor. O (Fabrício) Queiroz cuida da vida dele, eu cuido da minha", disse o presidente a jornalistas.

"Por favor, a minha preocupação aqui para eu não acabar a entrevista com vocês é tratar das questões do interesse de todos os brasileiros", prosseguiu.

Mais tarde, questionado novamente sobre as falas do ex-assessor, divulgadas nesta quinta pelo jornal O Globo, Bolsonaro pergunta: "Ele falou que está negociando cargo, é isso?"

Em seguida complementa: "Eu não falo com o Queiroz desde que aconteceu esse problema", em referência às primeiras denúncias sobre as suspeitas de prática da rachadinha (quando assessores devolvem parcela de seu salário a políticos), no final de 2018.

Segundo áudio de WhatsApp datado de junho e divulgado pelo jornal O Globo, Queiroz continuaria negociando cargos no em gabinetes e comissões do Poder Legislativo federal.


Quer DVD DO MC GUI!? De 29,90 agora 1,90. "O MC esta pagando o preço."


Nesta quarta-feira (23) foi revelado que MC Gui enfrenta um problema grave. Depois de ter shows cancelados e sua imagem arranhada, o artista paga agora outro preço: a queda de valor de seus produtos.






CDs, DVDs e livros do artista estão sendo vendidos com até 90% de desconto. A desvalorização da marca MC Gui é muito grande em várias lojas.
Na Amazon, por exemplo, o livro oficial de MC Gui era vendido por R$ 29,90. Agora é vendido por R$ 9,90. Na loja virtual da Saraiva o livro também passou a ser vendido por R$ 9,90. NO Magazine Luiza, o livro custa R$ 17,90.
Queda maior ocorreu com o DVD O Bonde é Seu. Antes, o DVD era vendido por R$ 29,90. Agora, sai por apenas R$ 1,90. O CD de MC Gui também sendo vendido por R$ 1,90. Antes custava R$ 19,90. Nas Lojas Americanas, o CD custa R$ 5,97.
MC Gui já se explicou publicamente sobre o caso. Os pais do artista pediram desculpa e seu pai garantiu que o funkeiro dará entrevista em uma emissora nacional para explicar o ocorrido e mais uma vez pedir desculpas.
Até lá, a desvalorização da marca MC Gui continua. Com tudo isso, o artista perde muito dinheiro. A “brincadeira” que ele fez na Disney vai doer no bolso.