Aproveite agora

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Um novo Brasil já começou: união🇧🇷💚 #BrasilAcimaDeTudo

Entre tantas coisas assustadoras, essa foto talvez seja a mais chocante até o momento. Chocante para alguns LGBTs ver dois SERES HUMANOS, andando felizes e de mãos dadas no meio dos "fascistas" e sem apanhar de nenhum deles.

Somos todos brasileiros, e estamos todos no mesmo barco.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Policia Federal investiga ataque a Jair Bolsonaro

Segundo noticias Adelio autorizou a Polícia Federal a fazer buscas em sua casa, que foram acompanhadas pelo advogado. "Acabei de chegar da residência dele, onde foram realizadas buscas pela Polícia Federal, autorizadas por ele, e só agora as testemunhas serão ouvidas", afirmou o defensor. Bolsonaro Presidente 17

domingo, 19 de agosto de 2018

Pepê e Nenem apoiam Bolsonaro Presidente,

Mulheres e Homos apoiam Bolsonaro Presidente, seja você mulher, homo, hetero ou trans, você apoia Bolsonaro presidente? Deixe seu comentário, democraticamente.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Corpo encontrado em São Paulo é de policial desaparecida, diz PM

A soldado da Polícia Militar paulista estava desaparecida desde a madrugada da última quinta-feira (2), quando teria ido à favela de Paraisópolis, região do Morumbi, também na zona sul paulistana.O corpo da vítima estava dentro no porta-malas do veículo que estava estacionado na rua Cristalino Rolim de Freitas, no bairro Campo Grande.

A Polícia Militar encontrou o corpo da policial Juliane dos Santos Duarte dentro do porta-malas de um carro, por volta das 19h50 desta segunda-feira (6), na Rua Cristalino Rolim de Freitas, no Bairro Campo Grande, na Zona Sul de São Paulo. A informação foi confirmada pelo coronel Marcelo Salles, comandante-geral da PM.
Juliane, que tinha 27 anos, desapareceu na semana passada na comunidade de Paraisópolis, também na Zona Sul. A distância entre os locais é de cerca de 8 quilômetros. Segundo a PM, uma calça camuflada como a que ela usava estava no veículo.
A policial foi a Paraisópolis na última quarta (1º) comemorar o nascimento do bebê de um casal de amigos. Em seguida, foi para um bar, e lá bandidos descobriram que ela era PM.

Juliane morava em São Bernardo do Campo com a mãe e a irmã, trabalhava na Polícia Militar havia dois anos, no turno da noite, e estava de férias. Seus colegas dizem que ela era disciplinada, dedicada e muito querida por todos.
"A MÍDIA EM ALGUM MOMENTO SE PREOCUPOU COM A MÃE DESSA POLICIAL, OU NAMORADA/ESPOSA DELA!!"

Juiz fecha fronteira com a Venezuela em Roraima

O juiz Helder Girão Barreto determinou a suspensão do ingresso e admissão de imigrantes venezuelanos no Brasil pelas fronteiras com o estado de Roraima.

terça-feira, 31 de julho de 2018

Esperamos que a sociedade não deixe de acreditar nas instituições, diz Cármen Lúcia...

O Brasil continua defendendo a Lava Jato contra CORRUPÇÃO. Um dia depois de manifestantes tomarem as ruas do País para defender as investigações da Operação Lava Jato, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, disse esperar que a sociedade brasileira não deixe de acreditar no funcionamento das instituições.
Presidente do STF afirma que papel da Justiça é 'pacificar' intolerância da sociedade com o poder público.
  • Cármen destacou que o papel da Justiça é exatamente “pacificar”, alertou para uma “intolerância” com a falta de eficiência do Poder Público e ressaltou que os juízes têm “deveres comuns” com a sociedade brasileira num momento de “extrema dificuldade”.
  • Nenhum servidor público de qualquer um dos Poderes existe se não pra cumprir uma finalidade constitucionalmente fixada para atender ao interesse público.
  • Como não há paz sem justiça, o que se busca é exatamente que atuemos no sentido de uma pacificação num momento particularmente grave, porque aqui, como em outros lugares, nós somos servidores públicos diretamente responsáveis por resolver conflitos que estejam nos processos”, disse Cármen Lúcia.
  • Ao citar a filósofa alemã Hannah Arendt (1906-1975), Cármen destacou que toda sociedade tem um momento em que se vê numa “encruzilhada”. “Ou a sociedade acredita numa ideia de Justiça que vai ser atendida por uma estrutura estatal e partimos para um marco civilizatório específico ou a sociedade deixa de acreditar nas instituições e por isso mesmo opta pela vingança. 
  • Nós não esperamos que a sociedade em algum momento precise desacreditar (nas instituições), a tal ponto que resolva fazer justiça pelas próprias mãos, que nada mais é que exercer a vingança, que é a negativa da civilização”, frisou a ministra. ATLZ