"Fica difícil entender as Leis no Brasil, o que é Democracia e o que Direitos Humanos". Uma ironia, deixe sua opinião sobre o assunto..
Quando essa criança crescer ela terá direito a cotas!? No Brasil nós vivemos essa realidade de que uns em mesma condições social tem direitos diferentes, porque tanta injustiça! Sou a favor de direitos, mas para todos que quiserem ou precisar.
A intenção dessa abordagem não é colocar o país vivendo as custas de dinheiro público, mas a forma que o estado trata as pessoas, o correto é que todos trabalhem e pague seus estudos
Aproveite agora
segunda-feira, 10 de julho de 2017
domingo, 9 de julho de 2017
É como andar de bicicleta. Uma hora, tira a rodinha', diz chefe de compliance da Odebrecht
Olga Pontes afirma que empresa poderá 'se tornar referência' em conformidade após renovação motivada pela Operação Lava Jato.
- Cerca de um mês após o conteúdo da delação dos 78 executivos e ex-executivos do grupo Odebrecht se tornar público e tomar o centro do noticiário nacional, a executiva Olga Pontes assumiu a função de diretora de compliance da empresa.
- É ela a responsável por implementar as prometidas e também obrigatórias mudanças na forma de gestão do grupo, que se diz focado em se reinventar longe das práticas de corrupção.
- Antes de maio, Olga atuava na área de compliance da Braskem, outra empresa envolvida na Operação Lava Jato.
- "A área não existe para garantir que a corrupção não aconteça. Existe para evitar que aconteça.
- E existe também para identificar com tempestividade quando ela acontecer", disse a diretoria em entrevista ao G1.
- Olga diz que não encara seu cargo "como um emprego", mas "como um prazer" e diz que o trabalho de renovação da Odebrecht poderá "se tornar referência" em boas práticas corporativas.
- Not\G1
Nova delação terá acusações contra 50 deputados, Eduardo Cunha vai entregar ao Ministério Público os bastidores das relações espúrias que manteve com seus ex-colegas parlamentares.
- No acordo que negocia com a Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha promete contar histórias desabonadoras que envolvem pelo menos meia centena de parlamentares – a maioria ,destinatária de propinas de esquemas montados em estatais e fundos de pensão.
- Entre os relatos, há também casos de deputados que o procuraram às vésperas de sua cassação, em setembro de 2016, para oferecer o voto em troca de pagamento – um deles pediu 1 milhão de reais para ajudar a livrá-lo no Conselho de Ética.
- Tão logo entregue os capítulos da proposta de delação premiada, o que é esperado para esta semana entre os auxiliares de Janot, o ex-deputado será cobrado a apresentar provas do que diz. A negociação, diz um auxiliar do procurador, será dura: “Ele vai ter que apresentar provas.
- Não basta só falar”. Entre os investigadores, é consenso que Cunha terá de ficar mais um tempo atrás das grades, a exemplo do empreiteiro Marcelo Odebrecht. As chances de ele receber um perdão judicial, como ocorreu com os donos da JBS, são próximas de zero.
sábado, 8 de julho de 2017
Deltan Dallagnol ressalta que corruptos e poderosos, querem acabar com a Lava Jato. Em visita a Vitória, o coordenador da força-tarefa da operação Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol, fez críticas ao fim do grupo de delegados da Polícia Federal que se dedicava exclusivamente à operação.
- Cidadãos de bem solidários fazem campanha de doação para Lava Jato em redes sociais, parabéns a todos brasileiros que apoiam a Lava Jato em combate a crimes de corrupção
- “Nós vemos com extrema preocupação o esforço de diminuição dos quadros da Polícia Federal e de dissolução do seu trabalho entre um número maior de delegados que não atuarão de modo exclusivo”, declarou.
- Os quatro delegados da Polícia Federal, que atuavam na Lava Jato, em Curitiba, deixam de investigar somente casos ligados à operação e vão atuar também na delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas.
- “São excelentes pessoas, dedicadas, comprometidas com o interesse público. Agora, além de pessoas boas, nós precisamos de uma estrutura que funcionem. Precisamos de pessoas separadas para essas investigações, com conhecimento especializado, com recursos materiais para desenvolver melhor as investigações ”.
- Oito políticos capixabas foram citados na delação premiada da Odebrecht. Até o momento, apenas o senador Ricardo Ferraço é investigado pelo Supremo Tribunal Federal.
- O procurador destacou que investigados na operação devolveram quase R$ 1 bilhão de dinheiro público desviado nos últimos dez dias. Dallangnol pediu o apoio da sociedade para evitar o enfraquecimento da Lava Jato.
- “A sociedade pode participar desse processo, cobrando seus representantes, por meio as mídias sociais, por meio de canais institucionais, por email. Precisamos que a sociedade se posicione para proteger as investigações para que elas possam avançar”.
E agora, depois de enterrar o processo de cassação de mandato do tucano, o que será que o eleitorado pensa sobre ele?
- Tábua de salvação de Aécio Neves, o presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza, do PMDB, torrou 90 000 reais de sua verba de gabinete para encomendar duas pesquisas de opinião no Maranhão, em abril deste ano.
- Agora, depois de trabalhar para salvar um colega que não tem vergonha de pedir 2 milhões de reais a um empresário investigado, talvez seja melhor não perguntar ao eleitor maranhense o que pensa sobre ele.
- Caso contrário, corre o risco de ouvir o que não quer, e às custas do erário.
Quantia foi devolvida entre 26 de junho e 6 de julho deste ano; dinheiro faz parte de acordos de leniência e colaboração de Marcelo Odebrecht. Na quinta-feira (6), MPF criticou fim do grupo de trabalho exclusivo da Lava Jato na Polícia Federal.
- Em 10 dias, duas empresas investigadas pela Operação Lava Jato e o empreiteiro Marcelo Odebrecht devolveram aos cofres públicos quase R$ 1 bilhão, segundo o Ministério Público Federal (MPF). Os valores foram restituídos entre 26 de junho e 6 de julho deste ano.
- Conforme divulgado pelo Ministério Público Federal nesta sexta-feira (7), Marcelo Odebrecht devolveu R$ 73,4 milhões; a Braskem, que pertence ao Grupo Odebrecht, devolveu R$ 736,5 milhões, e a Andrade Gutierrez R$ 94 milhões.
- A restituição faz parte dos acordos de leniência e de colaboração feitos entre a força-tarefa da Operação Lava Jato e os investigados. As empresas e Marcelo Odebrecht foram acusados de envolvimento no esquema de corrupção descoberto na Petrobras para direcionamento de licitações e pagamento de propina para servidores e agentes políticos.
- Nos acordos de leniência e de colaboração, as empresas e as pessoas envolvidas assumem a participação em um determinado crime e se comprometem a colaborar com as investigações, além de pagar multas, em troca de redução de punições.
- "Além disso, por meio dos acordos de leniência, as empresas colaboradoras assumiram o compromisso de implementar e aperfeiçoar programas de conformidade, em linha com modernos instrumentos de combate e prevenção à corrupção", diz a força-tarefa da Lava Jato.
- O valor depositado por Marcelo Odebrecht corresponde, de acordo com o MPF, a 70% dos rendimentos dele, em 10 anos, período em que participou de fatos criminosos. O montante foi depositado em 26 de junho, e caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) determinar para onde o dinheiro deve ser encaminhado.
- Marcelo Odebrecht foi preso na 14ª fase da Operação Lava Jato em junho de 2015. Atualmente, ele está detido na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, com condenações por crimes como corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa em dois processos. Em um deles, foi condenado a mais de 19 anos de prisão, e em outro a 9 anos.
- Pelo acordo de colaboração, ele pode deixar a prisão no fim deste ano porque foi estabelecido que a pena seja reduzida para dez anos, sendo que dois anos e meio em regime fechado. Depois, ele deverá cumprir mais dois anos e meio em regime domiciliar.
- No caso da Braskem, a empresa terá que devolver mais de R$ 3 bilhões. Os R$ 736 milhões depositados na quinta-feira (6) correspondem à primeira parcela.
- Segundo o MPF, a força-tarefa solicitará à Justiça que 95% do dinheiro seja destinado aos entes públicos, órgãos públicos, empresas públicas, fundações públicas e sociedades de economia mista, inclusive à Petrobras, como ressarcimento dos danos materiais e imateriais.
- O acordo de leniência firmado pela Andrade Gutierrez Investimentos em Engenharia prevê a devolução de R$ 1 bilhão. Este depósito de R$ 94 milhões, feito na segunda-feira (3), corresponde à segunda parcela.
- Até o momento, a empresa ressarciu aos cofres públicos em R$ 177.392.136,24.
- MPF critica fim do grupo de trabalho exclusivo da Lava Jato na PF
- Após a Polícia Federal (PF) anunciar o fim do grupo de trabalho exclusivo para investigações da Lava Jato em Curitiba, o Ministério Público Federal afirmou que a medida é um "evidente retrocesso". A PF decidiu deslocar os investigadores para a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor).
- Com a medida, os investigadores que atuavam na Lava Jato e na Operação Carne Fraca, passarão a assumir também inquéritos de outras investigações em andamento pela PF no Paraná, relacionados a crimes econômicos.
- "A anunciada integração, na Polícia Federal, do Grupo de Trabalho da Lava Jato à Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas, após a redução do número de delegados a menos de metade, prejudica as investigações da Lava Jato e dificulta que prossigam com a eficiência com que se desenvolveram até recentemente", considerou o MPF.
- Not\G1
- Um motorista de uma empresa de embalagens foi quem deteve dois criminosos que tentavam roubar um veículo de uma firma em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O homem foi ajudar um colega, que havia sido rendido após ser ameaçado pela dupla. A reação, segundo ele, ocorreu em legítima defesa: "Eram eles ou nós".
- O caso ocorreu na quinta-feira (6). Erick Thadeu Pariz de Oliveira, de 23 anos, e Gregory Perciliano de Jesus, de 20, tentaram roubar com uma arma falsa um veículo no bairro Quietude. Não conseguiram, foram imobilizados, agredidos e desarmados pelas vítimas. Em seguida, acabaram presos pela Polícia Militar. Familiares tentaram registrar um boletim de ocorrência a favor deles, por lesão corporal.
- O administrador de empresas Felipe Nascimento, de 20 anos, estava movimentando o veículo quando foi surpreendido pelos dois criminosos. Com a arma em punho, eles o renderam e mandaram entregar o utilitário. "Saí do volante, deixei tudo ligado e entreguei para eles, não fiz nada. Mas ele não conseguir dar a partida".
- Outro funcionário, Marcus Novaes, de 38 anos, militar reformado, flagrou a ação. "Eu ouvi uma gritaria e fui ver o que estava acontecendo. Na hora, eu não pensei muito. Quando me aproximei do carro, um deles saiu. Eu dei um soco na cara do rapaz e ele caiu no chão. O outro tentou sair com o veículo, mas não conseguia", disse.
- Marcus tentou deter o outro criminoso. Os dois começaram a brigar. "Ele reagiu e veio para cima de mim. Lutamos. Ele ficou machucado e eu também. Eu quebrei os dedos da minha mão direita", conta. Em seguida, os dois, desarmados, foram contidos pelos funcionários da empresa, que acionaram a Polícia Militar.
- Os funcionários falam que a dupla quase foi linchada pelos moradores do bairro. "Nós não deixamos que isso acontecesse. A gente sabe que está todo mundo cansado, mas a gente não queria isso. Eu reagi sem pensar muito. Se aquela arma deles disparasse, minha mãe poderia estar chorando agora", disse Marcus.
- Gregory e Erick ficaram feridos. Na delegacia, após serem presos, familiares dos dois quiseram registrar um boletim de ocorrência contra as vítimas por lesão corporal. "Foi uma humilhação. A gente tenta fazer tudo certo, trabalha para conseguir dinheiro. Somos assaltados e ainda somos os culpados?", desabafou Felipe.
- O delegado Alexandre Comin, responsável pela ocorrência, prendeu a dupla por roubo, mas informou aos familiares de Gregory e Erick que não registraria um novo boletim, por entender que as vítimas do crime agiram em legítima defesa. "Eles estão respaldados pela lei", explicou a autoridade policial.
- Na sexta-feira (7), em entrevista ao G1, a mãe de Gregory disse compreender que o filho cometeu o crime. "Quando soube o que aconteceu, fui à delegacia ver meu filho. Cheguei lá e ele estava muito machucado. Ele foi espancado. Tentei registrar um boletim de ocorrência de lesão corporal. Nada justifica", disse.
- A esposa de Erick também defende o marido. "Depois que o delegado negou o boletim, as vítimas ficaram rindo da nossa cara. Eu me senti humilhada. Que violência é essa deles? Não vai a lugar nenhum", definiu. Ela também alega que o delegado postou em uma rede social um comentário sobre o caso.
- Not\G1
Assinar:
Postagens (Atom)






